Inovações no tratamento da DMRI: o que há de mais moderno na oftalmologia

tratamento da DMRI

As inovações no tratamento da DMRI, como anti-VEGF, fotobiomodulação e terapias avançadas ajudam a preservar a saúde dos olhos. A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença comum em pessoas acima dos 50 anos, que afeta a região central da retina, chamada mácula. É uma doença de início silencioso, e com a progressão da condição, pode causar distorções visuais, manchas escuras no centro da visão e dificuldade para atividades do dia a dia.

A DMRI é a maior causa de cegueira em pessoas na terceira idade e o diagnóstico precoce é essencial para a preservação da visão e manejo da doença. Com os avanços da oftalmologia, novas opções de tratamento têm ampliado as possibilidades de controle da DMRI e preservação da visão.

Neste artigo você conhece algumas opções disponíveis de tratamento para a DMRI.

Tratamento da DMRI: Injeções intraoculares anti-VEGF 

As injeções intraoculares de medicamentos anti-VEGF são uma das principais abordagens no tratamento da DMRI, especialmente na forma úmida da doença. Esses medicamentos, como aflibercepte e faricimabe, atuam bloqueando o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), responsável pela formação de vasos sanguíneos anormais na retina. Ao inibir esse processo, o tratamento reduz o vazamento de fluidos, controla a progressão da doença e ajuda a preservar a visão. 

Fotobiomodulação (Valeda): tecnologia não invasiva para DMRI

A fotobiomodulação, também conhecida como Valeda, é uma tecnologia inovadora e não invasiva utilizada no tratamento da DMRI, especialmente em sua forma seca, nos estágios iniciais e intermediários.

O método utiliza luz de baixa intensidade para estimular a atividade celular na retina, promovendo melhora no funcionamento. Como resultado, o tratamento contribui para a saúde dos tecidos oculares e pode auxiliar na desaceleração da progressão da doença. 

Inibidores do sistema complemento: avanço no tratamento da DMRI seca

Os inibidores do sistema complemento representam um dos avanços mais recentes no tratamento da DMRI seca, especialmente nos casos de atrofia geográfica. 

Esses medicamentos atuam bloqueando etapas específicas dessa inflamação, ajudando a desacelerar a progressão da doença e preservar a função visual. Isso amplia as possibilidades terapêuticas para esta doença. 

DMRI: A importância do diagnóstico precoce

Mesmo com os avanços nos tratamentos, a prevenção e o diagnóstico precoce continuam fundamentais para proteger a saúde dos olhos e preservar a visão ao longo do tempo.

Alguns sinais podem indicar a necessidade de avaliação com um especialista em retina, como visão embaçada, distorções nas linhas retas, dificuldade para leitura ou o surgimento de manchas escuras no centro da visão. Esses sintomas podem aparecer de forma sutil no início, mas merecem atenção, especialmente se houver piora progressiva.

Pessoas acima dos 50 anos fazem parte do principal grupo de risco para a DMRI, assim como aquelas com histórico familiar da doença, tabagismo ou doenças crônicas. Por isso, mesmo na ausência de sintomas, o acompanhamento oftalmológico regular é essencial.

O Hospital de Olhos do Paraná conta com alta tecnologia e especialistas para diagnóstico e tratamento da DMRI. Agende uma avaliação pelo número (41) 3222-4222